domingo, 13 de setembro de 2015

Intentona comunista e o filme Olga

A Intentona Comunista: 

Intentona Comunista  foi uma espécie de rebelião contra o governo de Getúlio Vargas. Na realidade, o movimento tinha por objetivo derrubar o presidente e tomar o poder. Liderada pela Aliança Nacional Libertadora (ANL), a Intentona eclodiu em novembro de 1935, mas foi rapidamente combatida pelas Forças de Segurança Nacional.

O movimento ganhou adeptos dentro dos batalhões. Militares de baixa patente inclinados ao comunismo iniciaram a rebelião na noite do dia 23 de novembro de 1935, em Natal, no Rio Grande do Norte, onde os revolucionários chegaram a tomar o poder durante três dias. Depois se estendeu para Maranhão, Recife e por último para o Rio de Janeiro, no dia 27.
Aliança Nacional Libertadora (ANL)
Influenciados pela estrutura política européia pós primeira guerra mundial, na qual duas frentes disputavam espaço – Fascismo e Comunismo – surgiram dois movimentos políticos no Brasil com estas características.
Plínio Salgado
   
Em 1932, sob a liderança do político paulista Plínio Salgado foi fundada a Ação Integralista Nacional, de cunho fascista. De extrema direita, os integralistas combatiam fervorosamente o comunismo.
Paralelamente à campanha Integralista, o Partido Comunista do Brasil (PCB) incentivou a fundação da Aliança Nacional Libertadora, um movimento político radicalmente oposto à Ação Integralista Nacional.
A ANL, criada em 1935, defendia os ideais comunistas e suas propostas iam além daquelas defendidas pelo PCB:
- Não pagamento da dívida externa;
- Nacionalização das empresas estrangeiras;
- Combate ao fascismo;
- Reforma agrária;
No dia 5 de julho de 1935, data em que se comemoravam os levantes Tenentistas, Luís Carlos Prestes lançou um manifesto de apoio à ANL, no qual incentivava uma revolução contra o governo. Este foi o estopim para que Getúlio Vargas decretasse a ilegalidade do movimento, além de mandar prender seus líderes.

Luis Carlos Prestes
Rebeliões
Com o decreto de Vargas, o plano de fazer uma revolução foi colocado em prática, inclusive com o apoio da Rússia (país comunista à época), que enviou dinheiro e agentes para o Brasil.
A ação foi planejada dentro dos quartéis. Militares simpatizantes da ANL deram início às rebeliões. Imaginava-se que depois a revolta ganharia o apoio popular, mas isto não ocorreu.
A principal falha dos revolucionários foi com relação à organização. As revoltas se deram em datas diferentes, o que facilitou as ações do governo para dominar a situação e frustrar o movimento.
Após derrotá-los, Vargas decretou estado de sítio e uma forte repressão aos envolvidos na Intentona Comunista. Luís Carlos Prestes foi preso, bem como vários líderes sindicais, militares e intelectuais. Mas tudo isto não passou de estratégias do presidente para preparar um futuro golpe de Estado.

Sinopse do Filme Olga

Olga é um filme brasileiro realizado em 2004 pelo diretor Jayme Monjardim, inspirado na biografia escrita por Fernando Morais sobre a alemã, judia e comunista Olga Benário Prestes. No filme, estrelam Camila Morgado] como a protagonista, Caco Ciocler também, como Luís Carlos Prestes e Fernanda Montenegro como Dona Leocádia Prestes, mãe de Luís Carlos Prestes.
Olga foi um grande sucesso de bilheteria; 385 mil pessoas o assistiram apenas no fim de semana de estréia no Brasil. A obra também recebeu três prêmios no Grande Prêmio Brasileiro de Cinema de 2005, mas teve recepção negativa da imprensa alemã.

Olga Benário (Camila Morgado) é uma militante comunista desde jovem, que é perseguida pela polícia e foge para Moscou. Em Moscou, Olga faz treinamento militar. Lá ela é encarregada de acompanhar Luís Carlos Prestes (Caco Ciocler) ao Brasil para liderar a Intentona Comunista de 1935, se apaixonando por ele na viagem. Com o fracasso da revolução, Olga é presa com Prestes. Grávida de 2 meses, é deportada pelo governo Vargas para a Alemanha nazista e tem sua filha Anita Leocádia na prisão feminina do Campo de Concentração de Barnimstraße. Afastada da filha, Olga é então enviada para o Campo de Concentração de Ravensbrück, onde é morta na Câmara de Gás.
O filme Olga levou oito anos para chegar aos cinemas. Em 1997, a produtora e roterista do filme, Rita Buzzar[1] , iniciou a negociação da cessão dos direitos da biografia homônima escrita por Fernando Morais,[6] negociação essa concluída em 1997 com a produtora Nexus, de Rita. Antes disso, os direitos do livro estavam com Sílvio Tendler,documentarista que já tinha levado ao cinema as histórias de Jango e de JK.[7] Em 1998, foi anunciado que a co-produção seria da brasileira Globo Filmes; embora o projeto inicial da Nexus previsse uma co-produção alemã, com parte das filmagens na Europa. Rita diz, "os produtores de lá queriam diretor e elenco alemães, e eu não concordei".
Na época também foi anunciado que o mesmo seria dirigido por Luiz Fernando Carvalho e teria a atriz Patrícia Pillar como a protagonista, com o início das filmagens em setembro do mesmo ano, o que levou cinco anos.
Olga foi o primeiro filme de Jayme Monjardim, especialista em telenovelas. Rita Buzzar, já havia trabalhado anteriormente com Monjardim na telenovela A História de Ana Raio e Zé Trovão, de 1990. Decididos a fazer uma reconstituição correta do contexto histórico, Monjardim e a equipe de produção foram à Alemanha, onde conheceram os lugares freqüentados por Olga e os campos de concentração onde ela esteve prisioneira. Os cenários foram reconstituídos em estúdio no Brasil. As cenas que se passavam no Rio de Janeiro foram realizadas em locações. A fotografia é Ricardo Della Rosa, também estreante em longa-metragens. A trilha sonora esteve a cargo de Marcus Viana, compositor com quem o diretor também já havia trabalhado em diversas ocasiões na televisão.
Em 20 de outubro de 2003 a produção de Olga recriou a Alemanha com neve artificial em Bangu, o bairro mais quente da cidade do Rio de Janeiro. A antiga fábrica de tecidos de Bangu virou o campo de concentração de Havensbrück, para onde Olga Benário foi levada.
Olga não teve boas resenhas de alguns críticos especializados, que consideraram, à época do lançamento, o filme excessivamente "televisivo". Contando uma história de amor típica das telenovelas, o filme usa muitos recursos desta linguagem, tais como close-ups extremos, plano e contra plano nos diálogos e música incidental em quase todas as cenas. A maior parte dos comentários de especialistas foram bastante negativos, e quase unânimes em sua rejeição ao trabalho de Monjardim.
Nestas resenhas, destaca-se como objeção mais freqüente a superficialidade do roteiro, que teria se fixado no aspecto romântico da história de Olga e Prestes sem retratar com muita precisão o período histórico, nem as motivações das personagens. Alguns críticos julgaram também os diálogos pobres e excessivamente didáticos, e tampouco as interpretações mereceram elogios, sendo usualmente consideradas artificiais e excessivamente teatrais. Embora com recepção negativa da crítica, o filme ficou entre os dez mais assistidos nos cinemas brasileiros em 2004, com venda de 3.075.742 ingressos no país.
Ao ver o filme, Anita Leocádia Prestes, filha de Olga, comentou que não gostou do final, lamentando que o filme terminasse com a sua mãe na câmara de gás. Ela diz, "era preciso mostrar que há esperança e que houve vitória."

Fontes:
 http://www.infoescola.com/historia/intentona-comunista/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Olga_(filme)


Questões


  1. Explique o que foi a Intentona Comunista: (mínimo 3 linhas; Peso: 1,0)
  2. Defina o que eram Aliança Nacional Libertadora e a Ação Integralista Nacional:  (mínimo 3 linhas; Peso: 1,0)
  3. Compare as propostas dos membros da ANL com as ideias da AIN para o Brasil:  (mínimo 3 linhas; Peso: 1,5) 
  4. Cite as principais falhas das Rebeliões planejadas e realizadas pelos membros da ANL: (mínimo 3 linhas; Peso: 1,5) 
  5. Explique o desfecho da Intentona (mínimo 3 linhas; Peso: 1,0)
  6. Descreva a forma como o filme Olga começou a ser produzido: (mínimo 3 linhas; Peso: 1,0)
  7.  Comente  3 críticas feitas ao filme: (mínimo 4 linhas; Peso: 1,5)
  8. Elabore uma resenha de 8 linhas do filme:(mínimo 4 linhas; Peso: 1,5)




terça-feira, 25 de agosto de 2015

Atividade escritas suméria egípcia e fenícia


ATIVIDADES DE REVISÃO DE CONTEÚDOS

AS ESCRITAS SUMÉRIA, EGÍPCIA E FENÍCIA


  1. Explique a razão pelas quais as seguintes civilizações desenvolveram a escrita:
    1. Sumérios:(página 61; mínimo 3 linhas)
    1. Fenícios:(página 84 ; mínimo 3 linhas)
 2.   Tradicionalmente, podemos definir a pré-história como o período anterior ao aparecimento da escrita. Portanto, esse período é anterior há 4000 a.C, pois foi por volta desta época que os sumérios desenvolveram a escrita cuneiforme. Quanto a escrita cuneiforme, podemos afirmar que: (página 61)
    1. (   ) Inicialmente era usada para fazer a contabilidade dos templos.
    2. (   ) Inicialmente era usada pelos juízes para escrever as sentenças dos réus condenados.
    3. (   ) Desde início foi usada para as diversas atividades comerciais, religiosas e literárias.
    4. (   ) Não sabemos nada sobre o uso inicial da escrita suméria.  

  1. O Império Babilônico dominou diferentes povos como os sumérios, os acádios e os assírios. Para governar povos tão diferentes, o rei Hamurábi organizou o primeiro código de leis escritas, o Código de Hamurábi.

  - Se um homem acusou outro de assassinato, mas não puder comprovar, então o acusador será morto. - Se um homem ajudou a apagar o incêndio da casa de outro e aproveitou para pegar um objeto do dono da casa, este homem será lançado ao fogo. - Se um homem cegou o olho de outro homem, o seu próprio será cegado. Mas se foi olho de um escravo, pagará metade do valor desse escravo.


Quanto as leis do código de Hamurabi,  assinale a alternativa correta: (página 63)

a.  (  ) As leis aplicavam-se somente aos homens livres e que possuíssem propriedades. Estabeleceu o princípio que todos eram iguais perante a lei e por isso um escravo teria os mesmos direitos que um homem livre.
b.    (   ) O Código de Hamurábi representava os ideais democráticos do Império Babilônico.
c.    (   ) O código tinha como princípio a “pena de talião” resumida na expressão “olho por olho, dente por dente”.
d.    (   ) O Código considerava a mulher propriedade do homem e sem direitos.

  1. Compare as escritas demótica e hieroglífica: (página 69: mínimo 3 linhas)
5.     Leia as afirmações abaixo e assinale a alternativa correta:  (página  83)

I.    Antes dos gregos, os fenícios dominavam o comércio no Egeu e no Mediterrâneo.
II.   Os fenícios formaram um grande império marítimo (talassocracia),
III. Os interesses econômicos e o particularismo político impediram que os fenícios formassem um Estado unificado. As cidades fenícias preferiam aliar-se a estados mais fortes.

Das afirmativas acima estão corretas:

a.     (   ) I, II e III estão corretas.
b.    (   ) I, II e III estão incorretas.
c.     (   ) Apenas I e II estão corretas.
d.    (   ) Apenas I e III estão corretas.
e.     (   ) Apenas II e III estão corretas.


6.               Qual foi a contribuição da civilização fenícia para a cultura e a tecnologia das civilizações orientais? (página 84; 1 linha)



domingo, 16 de agosto de 2015

Atividades Brasil holandês; jesuítas; bandeirantes

ATIVIDADE AVALIATIVA
HOLANDESES, BANDEIRANTES E JESUÍTAS
1.      Descreva a resistência dos pernambucanos aos holandeses (líder da resistência; local; derrota dos resistentes) (mínimo 3 linhas; pg. 54)

2.     (UFMG) O interesse dos holandeses em ocupar áreas no Brasil está relacionado com: (pág. 52)
a.     (  ) a conquista territorial de pontos estratégicos visando quebrar o monopólio da rota da prata.
b.    (  ) as barreiras impostas pela Espanha à participação holandesa no comércio açucareiro.
c.     (  ) os contratos comerciais preferenciais firmados entre Portugal e Inglaterra.
d.    (  ) as solicitações dos senhores-de-engenho, insatisfeitos como o monopólio metropolitano.
e.     (  ) a instalação de técnicas mais avançadas, visando à elevação da produtividade.

3.     Comente 3 características da administração de Nassau na administração de Pernambuco: (mínimo 3 linhas; página 54)

4.            As invasões holandesas no Brasil, no século XVII, estavam relacionadas à necessidade de os Países Baixos manterem e ampliarem sua hegemonia no comércio do açúcar na Europa, que havia sido interrompido: (pg. 52).

a.     (    ) pela política de monopólio comercial da Coroa Portuguesa, reafirmada em represália à mobilização anticolonial dos grandes proprietários de terra.
b.    (   ) pelos interesses ingleses que dominavam o comércio entre Brasil e Portugal.
c.     (   ) pela política pombalina, que objetivava desenvolver o beneficiamento do açúcar na própria colônia, com apoio dos ingleses.
d.    (   ) pelos interesses comerciais dos franceses, que estavam presentes no Maranhão, em relação ao açúcar.
e.     (   ) pela Guerra de Independência da Holanda contra a Espanha, e seus consequentes reflexos na colônia portuguesa, devido à União Ibérica.

5.       Compare as Bandeiras e as Entradas: (mínimo 3 linhas; página 66)

6.           As expedições chamadas de Entradas e Bandeiras tinham como objetivo a procura de riquezas minerais e/ou a caça ao índio, para escraviza-lo e vende-lo no litoral. O papel das Entradas e Bandeiras pode ser assim resumido: (pág. 64)

a.           (   ) Determinam a ocupação efetiva do interior do Brasil e deram ao nosso país sua atual configuração geográfica.
b.           (   ) Contribuíram para a implantação de uma nova política colonizadora, aproximando índios e colonos.
c.           (    ) Iniciaram aproveitamento verdadeiro das terras agrícolas do oeste mudando a situação econômica da Colônia.
d.           (    ) Por razões políticas e econômicas, contribuíram para a mudança da capital do Vice-Reino, do Rio de Janeiro para a Bahia.
e.           (    ) Respeitaram o Meridiano de Tordesilhas, evitando, assim, conflitos armados entre portugueses e espanhóis.

7.     Descreva a origem dos jesuítas (mínimo 3 linhas; pg. 70).
8.     (UPE) Na colonização da América, a atuação dos jesuítas foi decisiva em muitos aspectos para assegurar o domínio europeu. Com relação à atuação dos jesuítas no Brasil, pode-se afirmar que:
a.      (   ) protegeram, em algumas situações, os índios da exploração dos colonos portugueses.
b.      (   )  não conseguiram se destacar politicamente, sendo apenas religiosos.
c.      (   ) se restringiram ao trabalho de catequese nos engenhos de açúcar.
d.      (   )  não se envolveram com os índios em São Vicente, defendendo os   colonos.acumularam bens materiais, embora nunca apoiassem a escravidão

e.       
A Conjuração Mineira

A Conjuração Mineira, também conhecida como Inconfidência Mineira, foi um movimento de caráter separatista, ocorrido em Minas Gerais no ano de 1789, cujo principal objetivo era libertar parte do Brasil do domínio português. O lema da Conjuração Mineira era “Liberdade, ainda que tardia”.





Principais integrantes da Conjuração Mineira (inconfidentes):

- Tiradentes (Joaquim José da Silva Xavier) – alferes, minerador e tropeiro
- Claudio Manuel da Costa – poeta
- Inácio José de Alvarenga Peixoto – advogado
- Tomás Antônio Gonzaga – poeta
- Francisco de Paula Freire de Andrade – coronel
- Carlos Correia – padre
- Oliveira Rolim – padre
- Francisco Antônio de Oliveira Lopes - coronel

Principais causas:


- Exploração política e econômica exercida por Portugal sobre sua principal colônia, o Brasil;
- Derrama: caso uma região não conseguisse pagar 1500 quilos de ouro para Portugal, soldados entravam nas casas das pessoas para pegar bens até completar o valor devido;
- A proibição da instalação de manufaturas no Brasil.

Objetivos principais:
- Obter a independência do Brasil em relação a Portugal;
- Implantar uma República no Brasil;
- Liberar e favorecer a implantação de manufaturas no Brasil;
- Criação de uma universidade pública na cidade de Vila Rica.

A Questão da Escravidão
Não havia consenso com relação à libertação dos escravos. Alguns inconfidentes, entre eles Tiradentes, eram favoráveis à abolição da escravidão, enquanto outros eram contrários e queriam a independência sem transformações sociais de grande impacto.



O fim da Conjuração Mineira
O movimento foi delatado por Joaquim Silvério dos Reis ao governador da província, em troca do perdão de suas dívidas com o governo. Os inconfidentes foram presos e condenados. Enquanto Tiradentes foi enforcado e teve seu corpo esquartejado, os outros foram exilados na África.



Extraído de: http://www.historiadobrasil.net/resumos/conjuracao_mineira.htm em 16/08/2015.

A Conjuração Baiana


Também conhecida como Revolta dos Alfaiates, a Conjuração Baiana foi uma revolta social de caráter popular ocorrida na Bahia em 1798. Teve uma importante influência dos ideais da Revolução Francesa. Além de ser emancipacionista, defendeu importantes mudanças sociais e políticas na sociedade.

Causas
- Insatisfação popular com o elevado preço cobrado pelos produtos essenciais e alimentos. Além disso, reclamavam da carência de determinados alimentos.
- Forte insatisfação com o domínio de Portugal sobre o Brasil. O ideal de independência estava presente em vários setores da sociedade baiana.

Objetivos
- Defendiam a emancipação política do Brasil, ou seja, o fim do pacto colonial com Portugal;
- Defendiam a implantação da República;
- Liberdade comercial no mercado interno e também com o exterior;
- Liberdade e igualdade entre as pessoas. Portanto eram favoráveis à abolição dos privilégios sociais e também da escravidão;
- Aumento de salários para os soldados.

Líderes


- Um dos principais líderes foi o médico, político e filósofo baiano Cipriano Barata.
- Outra importante liderança, que atuou muito na divulgação das ideias do movimento, foi o soldado Luís Gonzaga das Virgens.
- Os alfaiates Manuel Faustino dos Santos Lira e João de Deus do Nascimento.

Quem participou
- O movimento contou com a participação de pessoas pobres, letrados, padres, pequenos comerciantes, escravos e ex-escravos.


A Revolta
A revolta estava marcada, porém um dos integrantes do movimento, o ferreiro José da Veiga, delatou o movimento para o governador, relatando o dia e a hora em que aconteceria.
O governo baiano organizou as forças militares para debelar o movimento antes que a revolta ocorresse. Vários revoltosos foram presos. Muitos foram expulsos do Brasil, porém quatro foram executados na Praça da Piedade em Salvador.
- A Conjuração Baiana é também chamada de Revolta dos Alfaiates, pois muitos destes profissionais participaram do movimento.




Extraído de: http://www.historiadobrasil.net/conjuracao_baiana.htm em 16/08/2015.

ATIVIDADE AVALIATIVA COMPLEMENTAR CONJURAÇÕES MINEIRA E BAIANA.


1.    Descreva a importância dos seguintes fatos que contribuíram para o agravamento da crise política entre Brasil e Portugal no final do século XVII:
    1. A independência dos Estados Unidos e a Revolução Francesa:  (pg. 162: mínimo 2 linhas)
    1. A Revolução Industrial: (pg.162: mínimo 2 linhas)
  1. Nas questões abaixo, assinale com X a alternativa correta:
A.        Quanto a situação econômica de Portugal durante o século XIX: (página 163)
a.     (   ) Era muito confortável, pois os cofres portugueses estavam repletos de ouro retirado da região das minas no Brasil.
b.    (  ) Era muito confortável, pois os cofres portugueses estavam repletos de ouro conseguido graças da venda da cana de açúcar.
c.     (   ) Estava difícil pois Portugal havia perdido o controle da Holanda, além de sofrer com a queda do preço da cana de açúcar.
d.    (   ) Estava difícil pois Portugal havia perdido o controle da Espanha, além de sofrer com a queda do preço da prata.
B.    Entre as medidas tomadas pelo Marques de Pombal podemos citar: (página 165)
a.     (  ) A arrecadação de uma cota mínima de 100 arrobas de ouro por ano para a coroa portuguesa; transferência da capital do Brasil de Salvador para o Rio de Janeiro; concessão de cargos políticos para parte da elite mineira para compensar o descontentamento com a Coroa.
b.    (  )  A diminuição de impostos;  transferência da capital do Brasil de Salvador para Brasília.
c.     (  )  A arrecadação de uma cota mínima de 100 arrobas de ouro por ano para a coroa portuguesa;  transferência da capital do Brasil de Salvador para Brasília.
d.    (  ) A arrecadação de uma cota mínima de 100 arrobas de ouro por ano para a coroa portuguesa; concessão de cargos políticos para parte da elite mineira para compensar o descontentamento com a Coroa.
  1. Descreva os seguintes impostos: (caderno)
    1. Derrama: 
    1. Quinto
4.                 A Conjura Baiana de 1798, conhecida também por Revolução dos Alfaiates, foi a mais popular rebelião do período colonial, entre outros motivos, por propor: (página 169)
a.    (   ) a emancipação de Portugal, a instauração de uma Monarquia Constitucional e a manutenção do pacto colonial;
b.    (   ) a emancipação de Portugal, a instauração de uma Monarquia Constitucional, a continuidade da escravidão e a liberdade de comércio;
c.    (   ) a emancipação de Portugal, a instauração de uma República, a continuidade da escravidão e a manutenção das restrições ao comércio;
d.    (   ) a emancipação de Portugal, a instauração de uma República, o fim da escravidão e a liberdade de comércio;
e.    (   ) a emancipação de Portugal, a manutenção do Pacto Colonial, o fim da escravidão e a formação de um exército luso-brasileiro.

  1. Compare as conjurações mineira e baiana (objetivos; envolvidos; desfecho) (mínimo 4 linhas):